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Covid-19: Teixeira de Freitas – BA. Por Que Devemos Ficar em Casa em Isolamento Social?

Teixeira de Freitas é a cidade do Extremo Sul da Bahia com maior população e circulação de pessoas, por isso o combate ao novo coronavírus tem sido um grande desafio para a gestão municipal. Existe muita divulgação, diversas campanhas, alertas e reportagens dando um panorama. Os boletins são atualizados diariamente com o número preciso de casos suspeitos, confirmados e recuperados. Apesar disso, uma parte da população continua indo às ruas, mesmo sem necessidade. O pior é que muitos deixam de cumprir as regras básicas de prevenção.

Esta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nota afirmando que o novo coronavírus é 10 vezes mais letal do que o vírus responsável pela gripe A (H1N1). Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a Covid-19 se espalha muito rapidamente e tem alta letalidade, ainda segundo ele, os dados coletados em vários países reafirmam que ele é 10 vezes mais letal que a pandemia da Gripe H1N1 de 2009.

Enquanto a nova pandemia de coronavírus deixou, até o momento, mais de 115 mil mortes em todo o mundo, desde que surgiu na China em dezembro, segundo um balanço estabelecido pela AFP com fontes oficiais, a gripe A (H1N1) deixou 18.500 mortos, segundo a OMS.

Em Teixeira de Freitas, a Vigilância Epidemiológica (VIEP) trabalha para manter os casos sempre notificados e avaliados, além de fazer o acompanhamento de todos os pacientes que permanecem em isolamento social.
Para a coordenadora da VIEP, Rosidalva Barreto, a falta de compreensão da população é preocupante. “As pessoas não estão entendendo que só temos poucos casos hoje porque já fizemos o distanciamento, antes mesmo de ter casos confirmados na cidade. Não podemos comparar a pandemia de H1N1 de 2009 com a pandemia que estamos vivendo. Pois na pandemia do H1N1 já tinha tratamento e vacina, hoje não temos isto”, explicou a coordenadora.

Como ainda não existem testes rápidos disponíveis em todas as unidades de saúde e os Hospitais correm o risco de superlotação pelos infectados, as Prefeituras decidiram implementar medidas de confinamento. Isso afeta a economia. Mas, a grande tendência mundo afora, é de usar o momento para cuidar das vidas.

INFORMOU O REPÓRTER DO POVO: LEONES ALENCAR NOTÍCIAS (73) 9 9972 4624

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